Tuesday, January 8, 2008

o vicio do tio chang

Chang é o rapaz da loja pérola de Macau. Muito conhecido pela gente que é seu cliente. É muito inteligente e simpático e adora trabalhar na loja Pérola de Macau.

Ele tem os melhores preços de toda a região e o dinheiro que ele ganhava era dinheiro fácil. Mas havia um grande problema o tio era muito ganancioso, o dinheiro que ganhava, gastava todo nos casinos Chang quase que não tinha dinheiro para se alimentar.

Mas Chang tinha de arranjar uma ideia para o tio deixar de jogar nos casinos, mas qual seria?

E passaram semanas e o tio continuava a jogar, e finalmente Chang teve uma ideia, retirar dinheiro da caixa e dizer ao tio que deu muito pouco lucro, mas não era verdade, era um plano do rapaz e da tia.

E passou-se um ano com este plano, o tio nunca tinha dinheiro para jogar, Chang pediu ao tio para ir largar o vício e o tio disse que ia tentar, e ao longo dos tempos o tio deixou completamente o vício de jogar nos casinos.

 Quando Chang fez dezoito anos o tio ofereceu-lhe um carro como presente pelo trabalho prestado para largar o tal vício.     

Posted by luis veloso in 18:23:54 | Permalink | Comments (1) »

O desastre

Um homem cortou uma árvore. Parece todo normal mas essa árvore vai contra outra assim até chegar á maior de todas que cai sobre um ribeiro que o faz transbordar até alagar uma retro escavadora que foi bater contra uma grua deixando uma pedra rolar que acerta num poste que segura uma ponte que nesse preciso momento estava a passar um camião com petróleo. Derramando até deitar seis patos ao chão e uma foca que escorregou até um glaciar que derreteu e caiu ao mar fazendo um tsunami levando uma cidade á loucura. Prédios foram abaixo até uma chaminé de uma fábrica que caiu sobre uma arvore que bateu noutra, noutra, noutra ate dar a volta ao mundo derrubando animais que foi contra um caçador que disparou para um barco que tinha uma catapulta atirando para as peças de bombear o petróleo até chegar a uma arvore que bateu noutra assim conseguinte até matar o homem que cortou a primeira árvore.                 
Posted by luis veloso in 18:22:21 | Permalink | No Comments »

Laços

Uma rapariga com vestido preto, sapatilhas all-stars e com três cravos na mão.

Ia na rua que sem querer deixa cair um cravo, ao mesmo tempo começa a correr e a chorar. Essa rapariga tinha algum problema, mas qual será?

E outro cravo caiu e mais depressa corria nessa rua. A meio da rua caiu o último dos três cravos, ela voltou para trás e apanhou o cravo, mas apareceu-lhe um rapaz que precisava de um laço bem bonito. A rapariga não queria dar o tal laço, e o rapaz insistiu.

Mas se fosse um bem bonito ele deixava em paz. Ela deu o laço, mas o rapaz voltou a insistir na conversa e conseguiu saber qual o problema da moça.

Ela fugiu do enterro do pai, que não conseguia estar lá.

O moço foi embora e ela foi a correr para casa onde estava a mãe com as recordações do seu pai. Ela  pediu  a melhor recordação de todas, quando viu a fotografia reparou que o rapaz do laço era seu pai.           

  

Posted by luis veloso in 18:20:31 | Permalink | No Comments »

O filho pateta.

         Era uma vez uma mulher que tinha um filho a quem deus parecia ter-se esquecido de dar inteligência

         Um dia, mandou-o a uma aldeia vizinha comprar uma agulha.

         No regresso a casa, encontrou um companheiro com uma cesta de canas de milho-miúdo á cabeça e perguntou-lhe aonde havia de guardar a agulha, para não a perder.

         - Mete-a aqui na cesta – respondeu-lhe, a brincar.

         Evidentemente que, quando chegaram a casa, de agulha nem sombra; foi como encontrar uma agulha num palheiro!

         - És mesmo burro! Porque é que não a espetaste na manga da camisa para não a perderes? – Perguntou-lhe a mãe irritada.

         Uns dias depois, mandou-o guardar um pouco de banha de que precisava para fazer o comer.

         Lembrando-se da recomendação da mãe enfiou-a na manga da camisa.

        - Porque não a meteste numa vasilha? Mesmo que derretesse, aproveitava-se – disse-lhe a mãe.

        Quando a mãe mandou-o buscar um cachorro a casa de uns parentes que viviam longe, ele meteu num cântaro, como a mãe lhe tinha lhe dito e tapou bem para o bicho não sair: resultado chegando a casa o cachorro morreu por asfixia.

        - És mesmo desastrado! Porque não puseste uma trela no pescoço do animal, nem que fosse de rastos? – Retorquiu-lhe a pobre da mãe.

        Dias depois, a mãe mandou-o ao talho comprar uma perna de gazela. Lembrando-se da recomendação da mãe, atou-lhe um cordel ao jarrete e arrastou-o pelo caminho. Só que os cães, atraídos pelo cheiro da carne, atiraram-se a ela e, quando o rapaz chegou a casa, só levava o osso.

         A mãe passou-se dos carretos:

         - Onde está a carne?

         Está ali… - responde o rapaz, apontando para o osso preso ao cordel.

 

Moral da historia:

 

«Ensinar um maluco é arranjar lenha para se queimar.»

Posted by luis veloso in 18:18:05 | Permalink | No Comments »